terça-feira, agosto 30, 2016

Fiat Toro com motor 2.4 16v TigerShark deve ser lançada antes do Salão do Automóvel de São Paulo


Sim, a Fiat Toro deve receber uma terceira opção de motorização até o fim do ano. Considerado o lançamento mais importante da marca neste ano e nos últimos anos no Brasil, a Toro deve receber o motor 2.4 16v TigerShark Fklex, que deve fazer um ponte entre o 1.8 16v EtorQ Flex e o 2.0 16v MultiJet Turbo Diesel. Segundo o site Autos Segredos, a Fiat deve lançar a nova opção de motor antes do Salão do Automóvel de São Paulo, podendo indicar que o lançamento deve acontecer até 7 de Novembro. O motor 2.4 16v TigerShark Flex, que desenvolve 184cv de potência e torque de 24,2kgfm quando abastecido com Gasolina. Com Flex essa potência deve chegar próximo dos 190cv de potência e torque de 25kgfm, acoplado apenas com câmbio automático de 9 velocidades, o mesmo usado pelo 2.0 MultiJet. Esse motor é descrito como um dos possíveis motores da picape desde quando ela começou a ser "revelada aos poucos" em meados de 2013. O novo motor deve ser oferecido na faixa de preço entre a Freedom Flex e a Freedom Diesel, podendo custar cerca de R$90.000. Com o motor 2.4, a Toro pode ser vendida nas versões Freedom e Volcano, assim como acontece com a Turbo Diesel. Vale destacar que os preços da motorização Turbo Diesel deverão ficar mais caros assim que a FCA passar dos atuais 170cv para 200cv, para ter mais um argumento de vendas e elevar o preço.


Fonte: Autos Segredos

Volkswagen confirma um SUV baseado na Amarok para ser lançado até 2020, com motor 3.0 V6


De olho no segmento que mais cresce no mundo, a Volkswagen confirmou que deve ter um SUV baseado na sua picape média Amarok. Quem confirmou essa decisão foi Carlos Santos, diretor de veículos da VW na Austrália, em entrevista ao site Motoring. Ainda de acordo com o diretor da fabricante, este projeto não estava confirmado, mas seu desenvolvimento seguia desde o início de vida da Amarok. Ao que tudo indica, a Volkswagen deve optar pelo mesmo motor 3.0 V6 que atualmente equipa a picape no exterior, que desenvolve entre 163cv, 204cv e 224cv de potência e torque máximo de 56,1kgfm. A Volkswagen cogita a possibilidade de lançar uma Amarok SUV para competir com Toyota SW4, Chevrolet TrailBlazer e Mitsubishi Pajero Sport/Dakar. Apesar da Amarok não ser vendida nos EUA, cogita-se que o novo SUV baseado na picape tenha metas globais e terá capacidade de sete lugares. Para atender a América do Sul a produção deveria ficar concentrada na Argentina. O utilitário porém é esperado para quando a Amarok receber a sua segunda geração, possivelmente em 2020.


Toro da Hyundai, SantaCruz Concept, já está pronta e pode ser revelada até mesmo este ano


Apesar de estar com seu lançamento programado para o final dessa década, a Hyundai já finalizou a picape rival da Fiat Toro. Segundo a revista Motor Trend, o projeto evoluiu rapidamente e há grandes chances de a versão de produção ser apresentada no Salão do Automóvel de Los Angeles deste ano ou no Salão do Automóvel de Detroit de 2017. Mesmo assim seu lançamento ocorreria em 2018, já como linha 2019. A luz verde para desenvolvimento do projeto foi dada depois que uma pesquisa apontou amplo potencial de vendas para o modelo. Nas contas da Hyundai, será possível vender entre 50 mil e 70 mil unidades por ano, com preços na casa dos US$25 mil. O modelo terá os Estados Unidos como mercado principal e poderá ser inclusive oferecido por lá com motor turbodiesel. O bloco em questão é inédito e está sendo desenvolvido especialmente para a divisão de luxo Genesis. Mercados como EUA e Austrália são considerados como destino certo, enquanto a América do Sul tem grandes chances de receber a picape, já que é sedento por picapes. O design não deve fugir muito do modelo conceitual e deve ter motor gasolina ou a diesel. O próprio conceito tinha motor 2.0 Diesel que entregava 192cv e torque de 41,4kgfm, com tração permanente HTRAC e com consumo na casa dos 12,8km/l.


Land Rover fecha ainda mais o cerco com o nome Defender e jipe deve voltar as linhas de produção em 2019


A Land Rover deve apresentar a nova geração do Defender em meados de 2018 a 2020. Depois dos rumores que um empresário queria retornar a produção do jipe comprando a imagem do antigo utilitário britânico, a Land Rover reforçou a proteção sobre o nome Defender. Nem mesmo uma viável produção na Índia está nos planos da marca inglesa, que acabou de reforçar seus direitos comerciais sobre o nome Defender e derivados, para que ninguém possa utilizar. A Land Rover diz que a ação é normal e que não significa um lançamento. Mas tudo indica que o jipe volte a ser produzido em 2019, na sua nova geração que está sendo desenvolvida pela Land Rover. Espera-se que a nova geração do Defender use muitos equipamentos dos irmãos, economizando dinheiro e tempo em pesquisa. A arquitetura do Defender deverá ser monobloco em alumínio, motores longitudinais, suspensão independente em todos os eixos e terá 4×4 com uma caixa reduzida e caixa de transferência. As dimensões, porém, ficarão muito próximas do Defender original, para manter o aspecto "retrô" do utilitário. Segundo a Land Rover, estão previstas variantes de duas e quatro portas, além de picapes com cabines simples e dupla. O quinto ainda segue uma incógnita, mas não está descartada uma possível carroceria conversível, com teto de lona. A marca espera alcançar uma faixa de mercado mais ampla, levando em conta a modernidade e o apelo visual das novidades. Com quatro portas ele poderá levar até oito ocupantes e a carroceria deve ser de alumínio, mais leve e resistente.


Fonte: AutoCar/Pistonudos

Bugatti já vendeu 200 das 500 unidades do Chiron em apenas cinco meses de mercado


Enquanto o Veyron encontrou algumas difuculdades no início de sua carreira, o Chiron parece estar agradando e muito os consumidores. O hiperesportivo francês já vendeu 200 unidades das 500 unidades que deverão ser produzidas, indicando que ele deve ficar menos de três anos no mercado caso continue nesse ritmo de vendas. Revelado no Salão do Automóvel de Genebra, o Chiron custa US$2,7 milhões (cerca de R$8,7 milhões) o que fez a Bugatti ganhar ao menos cerca de US$540 milhões com o hiperesportivo. Para adquirir um exemplar do novo Bugatti Chiron, os clientes precisam depositar um sinal de US$ 226 mil, valor superior à de diversos superesportivos (obviamente, menos poderosos que o modelo em questão). Ao que tudo indica, as primeiras unidades serão entregues até o final deste ano. E para os interessados em adquirir os 300 exemplares restantes da linha do superesportivo: é melhor correr, já que a expectativa é que haja uma fila de espera de “apenas” três anos. Enquanto o Veyron tinha 1.000cv de potência com o motor mais simples, o Chiron chega com o 8.0 W16 quad-turbo (sim, quatro turbos) que desenvolve impressionantes 1.521cv de potência e uma patada de 163,1kgfm de torque. Esse torque está disponível em impressionantes 2.000 a 6.000rpm. Tudo isso é despejado nas rodas pela tração all-wheel drive, acoplado a um câmbio automático DSG de dupla embreagem com 7 velocidades. Quer uma tradução mais simples: é o mais poderoso carro de rua de produção que o mundo já viu. Para acelerar de 0 a 100km/h o Chiron precisa de 2,5 segundos e para sair do 0 e chegar aos 200km/h, a Bugatti informa que são precisos 6,5 segundos! A velocidade máxima não chega a bater recorde, mas alcança 420km/h. Tudo isso num hiperesportivo que pesa 1.995,81kg.


Malaia Proton apresenta a nova geração de seu sedã Persona, que fica menor e decai de categoria


A malaia Proton tem crescido nos últimos anos. A empresa passou a ter seus próprios carros e a lançar modelos com design mais convincente, o que deve ajudar no seu crescimento e a possibilidade de chegada a novos mercados. Na última semana a empresa apresentou o novo Persona, seu sedã compacto baseado no hatch Iriz e que substitui o sedã médio lançado em 2007 com o mesmo nome. Agora ele ficou bem menor que os 4,47 metros de comprimento e 2,60 metros de entre-eixos da primeira geração com a realocação de categoria. Com 4,38 metros de comprimento, 1,72m de largura, 1,55m de altura e 2,55 metros de entre-eixos, o Persona conta com um bom porta-malas de 510 litros. O seu design se destaca por suas linhas agressivas na dianteira que contrasta com o equilíbrio da traseira, com linhas mais arredondadas. Por dentro, o Novo Persona destaca a multimídia elevada no painel, junto aos difusores de ar centrais, tendo ainda instrumentação compacta e volante multifuncional. Na mecânica, o Persona conta com motor 1.6 16v VVT a gasolina que desenvolve 107cv de potência com torque de 15,5kgfm, podendo ser acoplado a um câmbio manual de 5 marchas ou automático CVT. Entre os itens de série, há rodas de liga leve aro 15, ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, multimídia com navegador, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, Isofix, seis airbags, Bluetooth, câmera de ré e botão de partida.


Kode apresenta o superesportivo 57 com motor V12 da Ferrari preparado para desenvolver 700cv


Você certamente já viu (pessoalmente ou não) a Ferrari Enzo, não é? Criada por Ken Okuyama, o superesportivo italiano se tornou um dos maiores ícones da marca italiana nos últimos anos e entrou para o hall dos mais famosos cavalinhos. O mesmo construtor apresentou nessa última semana o Kode 57. Anunciado como a única "carrozzeria japonesa", Okuyama apresentou o seu barchetta construído no Japão, mais precisamente na capital Tóquio. Feito em parceria com a Novitec Rosso, o modelo conta com motor V12 central dianteiro que desenvolve 700cv de potência para um superesportivo que pesa 1.630kg. O nome, Kode57, tem a ver com o ano de 1957. De acordo com o projetista, foi quando diversos carros que hoje chamamos de lendas surgiram – como a Ferrari 250 Testa Rossa que, entre suas conquistas, tem as edições de 1958, 1960, e 1961 das 24 Horas de Le Mans no currículo. O motor 6.0 V12 é o mesmo usado pela Ferrari 599 que originalmente desenvolve 620cv e 62kgfm. No 57 são 700cv de potência e 65,3kgfm de torque, acoplado a um câmbio semi-automático usado também pela 599. A suspensão também aproveita o arranjo da 599 e traz braços sobrepostos nos quatro cantos, enquanto os freios trazem discos ventilados de carbono-cerâmica com pinças de 6 pistões na dianteira e 4 pistões na traseira. Entre os detalhes peculiares estão a janela no capô que expõe o motor, as “lâminas” que formam as laterais sem conexão aparente com a seção dianteira, a continuidade entre o para-brisa e os vidros laterais e o arranjo das portas, que se abrem para trás e para cima. As rodas são de 21 pol na frente com pneus 295/25 e de 22 pol atrás com 335/25. O interior tem inspiração em antigos carros esporte, caso dos instrumentos centrais e dos botões do console, e nenhuma tela para entretenimento. No volante, um mannetino como o da Ferrari. Note-se o banco do motorista (à esquerda no caso, apesar da origem japonesa) revestido em preto, enquanto o do passageiro é vermelho.




Nova geração do Honda Civic TypeS deve ter mais de 200cv e fará o uso do motor 1.5 16v i-VTEC Turbo


A Honda apresentou as primeiras fotos do novo Civic Hatch neste mês de Agosto, mas detalhes sobre o hatch médio vão sendo descobertos antes do tempo. Além das versões civis e da topo de linha TypeR, o Civic deve oferecer a versão TypeS, que deve fazer o intermédio entre as "normais" e a "endiabrada". A TypeS deve fazer o uso do mesmo motor 1.5 16v i-VTEC Turbo que desenvolve 174cv de potência e 22,3kgfm de torque, mas que deve passar por reprogramação para desenvolver cerca de 200cv de potência e torque de 25kgfm. Para essa versão ainda estariam cogitados os motores 1.6 i-DTEC (dieesel) e até mesmo uma versão mais mansa do 2.0 16v i-VTEC Turbo. Com produção em Swindon, no Reino Unido, o Civic TypeS já teria sido vista em testes no Japão, portando inclusive caixa CVT, o que deve ser oferecido no mercado europeu. Da mesma forma, o Type S poderia chegar aos EUA. Essa opção deve surgir como intermediário entre as versões comuns e a esportiva Type R. Infelizmente o Brasil não deve receber a nova geração do Civic Hatch nem mesmo nas versões civis, mas uma luz no fim do túnel ainda mostra uma pequena chance de isso se concretizar.


Fonte: AutoExpress

Chinesa Iconiq deve apresentar minivan elétrica desenvolvida nos Emirados Árabes Unidos


A marca de automóveis elétricos Iconiq deve apresentar a versão de produção do seu primeiro automóvel em breve. Desenvolvida nos Emirados Árabes Unidos graças a W Motors, a minivan deve ganhar sua versão de produção a partir do conceito Seven Concept. A minivan também deve receber o mesmo nome do conceito, Seven, e terá capacidade para levar sete ocupantes. Ela deve ser apresentada no festival Monterrey Car Week, que acontece na Califórnia. A Iconiq Motors não deu detalhes sobre o projeto, por isso não se sabe a autonomia e nem a performance da Seven. Mas, comenta-se que a empresa está de olho no mercado de transporte executivo e táxi na China. Sua aparição nos EUA também dá a entender da sua estratégia global, ou de focar nos principais mercados do globo. Não há nada confirmado ou desmentido sobre a marca vir ao Brasil nos próximos anos.


Assim como K0, V2 chegou há um ano para tentar reerguer Effa no Brasil, mas sem o mesmo sucesso


Além do K0, a Effa também trouxe para o mercado brasileiro em 2015 o utilitário V2, nas carrocerias cabine simples (V21) e cabine dupla (V22). Enquanto K01 e K02 serão oferecidos como modelo de entrada, com motor 1.0 8v, a linha V2 foi lançada pra quem queria mais potência para carregar quase a mesma quantidade de peso. Os modelos V2 são maiores e dispõem de motores de maior cilindrada. Eles possuem motor 1.3 16v SOHC de 78cv de potência e torque de 10,3kgfm, acoplado a um câmbio manual de 5 marchas. A capacidade de carga de 1.240kg, incluindo motorista e passageiro. A máxima é de 120km/h, mas o consumo não foi declarado. Os VUCs dispõem apenas do básico, como ABS, airbag duplo, ar-condicionado e direção assistida. Além disso, a Effa confirma que diminuiu para seis as suas concessionárias no Brasil, o que impediu da marca crescer nos últimos anos. Com a crise, a meta agora é vender os novos modelos, que chegam para reforçar o time da Effa. Porém a linha V2 não conseguiu o mesmo desempenho comercial do irmão menor, mas ainda assim tem papel importante para o crescimento e expansão da Effa no país.